Artigos de Psicologia
Escritos por Marilena Henriques Teixeira Netto
Fofoca
A fofoca eletrônica incorporou-se no nosso cotidiano sorrateira e sutilmente. Aliás, como tudo.Voltemos ao “século passado”: cidade pequena, sem TV, sem o afã da mulher no trabalho/fora de casa, sem grades nas varandas e sem edifícios gradeados, calçadas sem carros, poucas bicicletas, charretes, etc… Durante o dia ou à noite, havia sempre aquele intervalo do “nada pra fazer” e uma fugidinha à janela para ver o povo passar.
Pessoas caminhando pela calçada e aquela conversa sobre o “fulano” que acabou de chegar na cidade, ou o outro que rompeu o noivado, ou a outra que mudou de casa e num instante já se sabe um pouco mais daquela vizinhança. À noite, então, com as cadeiras na calçada, voltas pela praça e mais notícias fresquinhas. Tudo se sabe e tudo se quer saber… Coisas de cidade pequena! Clique aqui e leia mais…
Comportamento entre Irmãos
Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, coisas como ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc., pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente, em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho.
Muitos pais chegam mesmo a dizer ao filho, que o ciúme é feio, que não deve nunca existir em relação ao irmãozinho e que esse veio para brincar com ele, ser seu amigo e companheiro nas brincadeiras. Isso é verdade, mas existe também uma outra verdade que nunca dizemos, mas sabemos. Esse irmão veio para dividir com ele o amor da mãe, do pai, dividir a casa, às vezes o quarto, os brinquedos, a atenção dos parentes, etc.
Clique aqui e leia mais…O Ser Humano Adoecido

Elo Fraco
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”. O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade. A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.
As mudanças, já as conhecemos bem:
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Elo Fraco
Solidão
Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?
Clique aqui e leia mais…De mãe para filha – Parte 1
Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.
É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.
O lado da mãe, que trabalha fora, muitas vezes é determinante no relacionamento entre elas, onde a filha vê essa mãe preocupada e talvez numa posição egoísta, pensando unicamente em sua profissão e em sua responsabilidade com esse trabalho, “ignorando” as necessidades e dúvidas da filha.
Como disse certa vez uma adolescente: “Ela está sempre olhando só para o trabalho e não sabe do que eu preciso e nem sabe se preciso!”.
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De mãe para filha – Parte 2
Continuação De mãe para filha – Parte 1 …O crescimento da liberdade pode causar certa rivalidade velada. A filha chega a momento de livre-escolhas, opções variadas tanto nos cursos como quanto a namorados, viagens, lazer, etc … e, justamente nessa fase, a mãe vivencia o inverso da situação. Sua liberdade de escolha já não é tão grande assim, sua permanência no trabalho já se tornou uma necessidade sem escolha e praticamente sem saída, pois para muitas é o meio de sobrevivência e manutenção da casa. Até a frustração de um relacionamento não muito satisfatório no casamento leva a um questionamento dessa falta de liberdade e uma inveja inconsciente.
É, portanto, uma fase que desperta em algumas mães esse tipo de sentimento e até intolerância em relação à filha. O sentimento do abandono e da inutilidade, por si só, promove um distanciamento de ambas as partes.
É uma fase também de projeção… Clique aqui e leia mais…
Frustração
Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc… A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc… faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistência à frustração.
Crianças desse tipo, tornam-se adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posteriormente, adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.
Há vários níveis de frustração:
Clique aqui e leia mais…Ciúmes: Irmão maior x Irmão menor
É notório que muitos irmãos são verdadeiros amigos, ao passo que alguns, se não são declarados, são camufladamente “inimigos”, ou pelo menos adversários. O ciúme entre o irmão mais velho e o irmão mais novo pode chegar a extremos. Precisamos estar atentos e tomar cuidado com nossa atitude como pais. A comparação é uma das atitudes que devemos evitar. Portanto, avalie qual tem sido seu comportamento em relação à comparação, e esteja pronto para mudar!
Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, como: ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc. , pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme, é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente, em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho. Clique aqui e leia mais…Intimidade Sexual no Casamento
Muitas pessoas pensam que basta estarem casadas para que a intimidade sexual seja completa e franca. Depois de alguns meses ou anos de casamento, percebem que não é bem assim. Aquilo que parecia ser fácil e que poderia vir com naturalidade, de repente, estancou e não houve mais progresso.A espontaneidade de falar sobre determinados pontos dessa intimidade torna-se difícil para alguns casais.
Devemos pensar, no entanto, que da mesma maneira que desenvolvemos uma certa intimidade nas amizades e relacionamentos, também o fazemos na área sexual. Ou seja, a conversa, as confidências e o toque são fundamentais. Mas, uma das maiores dificuldades é a abordagem do assunto. Clique aqui e leia mais…
A Comunicação Não Verbal
A comunicação não verbal, que acompanha o homem desde o seu nascimento, aparece através de gestos, olhares, toques e é tão essencial quanto a verbalização, pois através dela consegue-se transmitir a rejeição, o afeto, a empatia, o descaso e naturalmente o amor. Clique aqui e leia mais…Sobre a autora desses artigos…
Marilena é psicoterapeuta há mais de 30 anos, com especialização em Psicoterapia Breve, linha Psicanalítica. Rio de Janeiro – RJ. ( CRP-RJ : 8067)E-mail: marilena.responde@gmail.com
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